Publicado por: actorlibrum | julho 12, 2009

Bases teóricas.


Quais são as teorias que permitem as viagens no tempo.

A máquina de viagens no tempo utilizada no Projeto Chronus se baseia e utiliza-se de algumas teorias, que propiciam a realização das viagens no tempo.
– Farei aqui uma breve e bem simplificada explicação sobre cada uma delas. Para melhores detalhes é indicado ler o relato completo.
1 – Caminho Genético Temporal.
– O Caminho Genético Temporal pode ser visto como uma espécie de “arvore genealógica” que qualquer pessoa possuí. Esta arvore é composta pelos itinerários genéticos temporais (item 2) que por sua vez são formados pelas marcas genéticas temporais (item 3). E esta árvore é “herdada” ou “transmitida”, de forma genética, para cada indivíduo de acordo com cada uma das gerações de sua família. O caminho, em si, é formado por todas as “árvores genealógicas” de cada uma pessoa das pessoas que possuem algum algum parentesco entre si. De forma geral vários caminhos podem se entrelaçar, formando assim uma espécie de grafo de acordo com cada geração. Isto significa que o viajante só consegue voltar no passado através de algum ancestral seu, em qualquer nível desde que os caminhos se relacionem. As “paradas” que o viajante pode fazer ao voltar no tempo são determinadas pelas marcas genéticas que estão gravadas no caminho. E isto significa que o viajante não “passeia” por todo o passado de seus ancestrais, ele é enviado para “momentos pré-determinados” através das marcas. O que a máquina faz para proporcionar a viagem é mapear e encontrar o caminho correto, desde que exista, do viajante que está utilizando a máquina até o alvo em potencial.
2 – Itinerário Genético Temporal.
É o conjunto de informações genéticas temporais, herdadas ou criadas pelo viajante, que habilita a máquina a fazer as “paradas” no tempo. Este conjunto de paradas é formado por uma relação de várias marcas genéticas temporais. Um itinerário genético temporal está presente entre cada nível de parentesco dentro do caminho genético temporal, e é único para cada indivíduo.
3 – Marcas Genéticas Temporias
Uma marca genética temporal é gerada quando um fato de importância relevante à um indivíduo acontece. Ou seja, qualquer fato tempestivo pode gerar uma marca, está marca pode ser “herdada” ou gerada. Já o conjunto delas pode formar um itinerário, como já foi dito.
Veja abaixo o diagrama que representa o Caminho Genético Temporal

4 – Dimensão Tempo:
Como está relatado no projeto Chronus, várias pesquisas e projetos a respeito das viagens no tempo foram excutados. Um destes muitos projetos, trouxe um resultado que dá uma nova “explicação” para a dimensão chamada tempo. Que é resumidamente a seguinte: O espaço tri-dimensional, como todos concordam, é perceptível ao ser humano e a qualquer outro tipo de animal. E este espaço encontra-se em expansão, à uma proporção e limites não conhecidos. E isto já é conhecido até mesmo no nosso tempo atual. O tempo é fisicamente também apenas mais uma dimensão, porém, é sabido que esta dimensão é percebível pelo ser humano, mas não se pode afirmar o mesmo dos outros animais ditos “não-racionais”. Sendo considerada então uma dimensão especial. Descobriu-se, no tempo futuro do projeto Chronus, que esta dimensão também se encontra em expansão, com propriedades parecidas com o espaço tri-dimensional. Conclui-se então que o passado, o presente e o futuro coexistem. Porém, assim como o espaço tri-dimensional, há um limite para esta expansão como todo o universo. Desta forma, quando o limite for atingido, uma parte do passado deixará de existir, mas isto ainda não aconteceu. Há também algumas crenças filosóficas e opiniões a respeito, que dizem que quando este limite chegar será o fim do universo, ou como alguns chamam “o final dos tempos.” Mas estas afirmações são meramente especulativas e nunca foram provadas. O que chamamos de presente é apenas uma percepção que temos da dimensão tempo. A consciência humana não é capaz de “acompanhar” a velocidade de expansão do tempo, por isto existe então o que podemos chamar de futuro. Técnicamente só existe um único instante que pode ser classificado de passado, que seria o big-bang do universo. Da mesma forma só há um único instante futuro, que é o novo instante que é criado a cada expansão do tempo e constantemente. Assim, qualquer outro instante no tempo é o futuro de um e o passado de outro. O que a máquina de viagens no tempo proporciona, é a capacidade de “transitar” na dimensão tempo. Como a máquina desenvolvida no projeto Chronus se baseia no caminho genético temporal, a “navegação” só é possível em direção ao passado de qualquer instante relativo àquele em que a viagem é feita.

Abaixo um diagrama do esquema teórico aplicado na máquina:

Caminho Genético Temporal

Um Exemplo Fictício:
Digamos que um descendente seu daqui à algumas centenas de anos, tenha acesso à máquina do tempo e resolve que gostaria de voltar ao ano de 2008, isto significa que ele irá chegar até você. Mas só irá chegar até 2008 se neste ano algo de importante marque sua vida, de forma que esta marca seja transmitida hereditariamente até ele. Se várias momentos de 2008 foram marcantes para você isto formará um itinerário, e desta forma o viajante poderá fazer várias “paradas” no ano de 2008. Se não houver marcas, não haverá viagem.
Como será a viagem então?
Primeiro o viajante informará à maquina que a data alvo é o ano de 2008. A máquina então se “conecta” ao viajante e faz a leitura genética. Depois procura um caminho genético que conduza até 2008. Se não houver nenhuma lacuna genética, a máquina irá apresentar o itinerário (conjunto de marcas) disponível para o ano, se não houver nenhuma marca, a viagem não é possível. Havendo itinerário, o viajante deverá escolher uma das marcas ou mesmo todas, se todas, a viagem será mais prolongada. Desta forma a viagem ocorre até 2008, provavelmente tendo você como “alvo”.
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Responses

  1. Retribuindo a sua ilustrada visita a minha pagina, lhe digo ser possivel ir e vir. Mas tenho que lhe confessar algo sobre os primórdios do projeto leviathan, que serve de base para o meu estudo. No início os voluntários eram levados a crer em um enredo quase místico, que beirava o credo. Todos eram levados a CRER em uma possibilidade, assim como em uma religião o pastor ou lider espiritual, usando um discurso DOGMÁTICO. Funcionou, mas teve seqüelas…

    Se lhe pareci ríspido, em momento algum intencionei lhe impor limites, muito menos lhe fazer enxergar o fruto de mais de 20 anos de pesquisa e estudo sobre o tema. Mais eu já passei por isto, e afirmo sem sombra de dúvida que formular uma teoria fudamentada em relato ao invés de provas, além de perder o crivo scientífico, pode levar as massas a uma histeria em massa.
    Se vc quer provas, podemos pensar em algo contanto que possamos manter uma criteriosidade scientífica.

    um forte abraço.


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